A morte é o silêncio da poesia
Que cala a boca e esfria
Amar-te em tua ausência
Mata-me todos os dias
Em mais uma noite fria
Imerso em agonia
Tua imagem agora fria
Parece refletir a minha
E eu não sei em que parte
do caminho me perdi
Quando me afastei de mim
E já que tudo parece em vão
Que permaneça vazio a meu coração
Poema, colaborativo:
Fernando Said e Bruno Fialho.
Como foi algo espontâneo, dedico a todos os amigos(as) que perdi.
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