2 de jun. de 2017

Amor e morte

A morte é o silêncio da poesia
Que cala a boca e esfria
Amar-te em tua ausência
Mata-me todos os dias

Em mais uma noite fria
Imerso em agonia
Tua imagem agora fria
Parece refletir a minha

E eu não sei em que parte
do caminho me perdi
Quando me afastei de mim
E já que tudo parece em vão
Que permaneça vazio a meu coração



Poema, colaborativo:
Fernando Said e Bruno Fialho.

Como foi algo espontâneo, dedico a todos os amigos(as) que perdi.

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