3 de jun. de 2016

O doce sabor do beijo de um poeta amargo

Ela uma vez citou uma frase de um dos seus livros ao qual ela se entregava todos os dias de chuva e em noites silenciosas, disse: "Meu bem, o amor é doce demais para um poeta amargo como você." eu ri, calei aquela boca doce com um beijo, e disse: "Meu bem, sem você eu sou apenas poesia triste em papel rabiscado, meus dias são amargo sem você ao lado, tua doçura ameniza minha loucura, o teu peito onde me abriga com cuidado e amor, eu o chamo de lar. E o que seria de mim sem o teu modo de amar?". Lembro-me como se fosse o agora, mas naquele instante meu coração por ela acelerou, distribuindo aquela sensação de "Eu te amo" ao corpo inteiro, o arrepio que subia a espinha dorsal até a nuca, causando choques eletro-estáticos em meus pelos do corpo. Um abraço quente, um beijo doce, ela ali transbordou e eu igualmente. Eu posso até nunca ter dito um "Eu te amo" mas eu sinceramente sabia o que falar.

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