28 de out. de 2012

O fim da vida e o começo da eternidade

O tempo não admite pausas, não admite avanços, voltas, nem atrasos, passa feito névoa, imperceptível, indescritível, sem segundo para amostras. Percebo que tudo o que escrevo são pensamentos, que no final do grande espetáculo que é o viver, ainda irão sobreviver, assim como minhas canções, poemas, invenções, assim como tantos outros poetas que escrevem sobre seu viver, sobre a vida como é bela de todos os modos, e como também é horrível por outros ângulos mas a beleza prevalece, e sinceramente quero deixar coisas boas para gerações futuras, quero deixar uma lição no final de tudo, no final de uma vida. Quero estar junto com tantos outros nomes que agora nesta época em que vivo, a juventude não atenta mais para a bela beleza que há nas músicas e poemas deixadas por outros que vieram antes de nós. E a mídia impõe tudo o que é fútil para essa juventude que absorve feito esponja tudo o que não deveria ser absorvido, mas quero passar o que há de bom em viver, quero deixar canções que falem mais que duas frases que repitam milhares de vezes em um ritmo de funk, ou sertanejo. Quero viver o que tenho que viver, morrer com a sensação de missão cumprida e no final de tudo, brindar a eternidade com tantos outros grandes caras que surgiram antes de mim.

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